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Novena a São Pio de Pietrelcina
Acesse a novena em preparação a festa do litúrgica do Padre Pio -
Estudo sobre o primeiro artigo do Credo
Faremos um estudo detalhado sobre a profissão de fé dos apóstolos. Continue acompanhando. -
Pequena Biografia de São Padre Pio
Nesta série de artigos sobre a vida do Padre Pio veremos um pouco alguns acontecimentos da vida de São Pio de Pietrelcina. Serão textos curtos, espero que gostem.
segunda-feira, 15 de fevereiro de 2016
Milagres do Padre Pio
domingo, 14 de fevereiro de 2016
O Diabo
Satanás foi além de todos os limites da provocação com Padre Pio; até lhe disse que era um penitente.
Este é o testemunho do Padre Pio:
“Um dia, enquanto eu estava ouvindo confissões, um homem veio para o confessionário onde eu estava. Ele era alto, esbelto, vestido com refinamento, era cortês e amável. Começou a confessar seus pecados, que eram de todo tipo: contra Deus, contra os homens e contra o moral. Todos os pecados eram aberrantes! Eu fiquei desorientado com todos os pecados que ele me contou, e respondi ‘ e lhe trago a Palavra de Deus, o exemplo da Igreja e o moral dos Santos", mas o penitente enigmático se opôs às minhas palavras justificando, com habilidade extrema e cortesia, todo o tipo de pecado”. Ele desabafou todas as ações pecadoras e tentou me fazer entender normal, natural e humanamente compreensível todas as ações pecadoras. E isto não só para os pecados que eram horríveis contra Deus, Nossa Senhora e os Santos. Ele foi firme na argumentação dos pecados morais tão sujos e repugnantes. As respostas que me deu, com fineza qualificada e malícia, me surpreenderam. Eu me perguntei: Quem ele é? De que mundo ele vem? E eu tentei olhar bem para ele, ler algo na face dele. Ao mesmo tempo me concentrei em cada palavra dele para dar-lhe o juízo correto que merecia. Mas de repente através de uma luz interna vívida e brilhante eu reconheci claramente que era ele.Com tom definido e imperioso lhe falei: "_Diga, Viva Jesus para sempre, Viva Maria eternamente" Assim que pronunciei estes doces e poderosos nomes, o Satanás desapareceu imediatamente dentro um zigue-zague de fogo deixando um fedor insuportável."
fonte: http://www.padrepio.catholicwebservices.com/PORTUGUES
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Video com cenas da vida de Padre Pio
Neste video você poderá ver como era o Padre Pio vivo,
a sua doçura o seu olhar penetrante.
O Diabo
O diabo existe e seu papel ativo não pertence ao passado e não pode ser reduzido ao espaço da fantasia popular. Na realidade, o diabo continua a induzir os homens ao pecado mesmo hoje. Por tal razão a atitude do discípulo de Cristo frente a Satanás tem que ser de vigilância e de luta e não de indiferença. Na realidade a mentalidade de nosso tempo relegou a figura do diabo à mitologia e ao folclore. Baudelaire afirmava justamente que a obra-prima de Satanás, nos tempos modernos é induzir as pessoas a não acreditarem na sua existência. Conseqüentemente não é fácil imaginar que Satanás deu mostras da sua existência mesmo quando ele foi forçado a se expor para afrontar o Pe. Pio em “duros combates”. Tais batalhas eram brigas sangrentas, como foi escrito em muitas cartas que Pe. Pio enviava aos seus diretores espirituais.
Em 1906 aconteceu um dos primeiros contatos que Pe. Pio teve com o príncipe do mal. Pe. Pio tinha retornado ao convento de Sant'Elia de Pianisi. Uma noite de verão em que ele não conseguia dormir por causa do grande calor ouviu o barulho dos passos de alguém, que no quarto vizinho, caminhava para lá e para cá. "O pobre Anastasio não pode dormir como eu.", pensou Pe. Pio. " Quero chamá-lo, pois, pelo menos conversamos um pouco ". Ele foi até a janela e chamou o confrade mas sua voz permaneceu presa na garganta: no parapeito da janela vizinha, um monstruoso cão se apoiava. Assim contava o próprio Pe. Pio: “Vi horrorizado entrar pela porta um enorme cão feroz de cuja boca saia muita fumaça. Eu caí de bruços na cama e ouvi o que ele dizia: “é este, é este!”. Ainda naquela posição vi a fera pular sobre o parapeito da janela e de lá lançar-se sobre o telhado da frente para em seguida desaparecer.
"O Diabo submeteu Padre Pio à tentações em todos os sentidos. Padre Agostino confirmou que o diabo apareceu a ele de diferentes formas: "O diabo apareceu como meninas jovens que dançavam nuas, em forma de crucifixo, como um jovem amigo dos monges, como o Pai Espiritual, como o Padre Provinciano, como Papa Pio X, como o Anjo da Guarda, como São Francisco e como Nossa Senhora. O diabo também apareceu nas suas formas horríveis, com um exército de espíritos infernais. Às vezes não havia nenhuma aparição, mas Padre Pio estava ferido, ele era torturado com barulhos ensurdecedores, cuspido etc. Padre Pio teve sucesso livrando-se destas agressões ao invocar o nome de Jesus.
As lutas entre Padre Pio e Satanás ficaram mais duras quando Padre Pio livrou as almas possuídas pelo Diabo. Mais de uma vez, falou ao Padre Tarcísio de Cervinara que, antes de ser exorcizado, o Diabo gritava: "Padre Pio você nos dá mais preocupação que São Michael" e também: "Padre Pio, não aliene as almas de nós e nós não o molestaremos".
As lutas entre Padre Pio e Satanás ficaram mais duras quando Padre Pio livrou as almas possuídas pelo Diabo. Mais de uma vez, falou ao Padre Tarcísio de Cervinara que, antes de ser exorcizado, o Diabo gritava: "Padre Pio você nos dá mais preocupação que São Michael" e também: "Padre Pio, não aliene as almas de nós e nós não o molestaremos".
Don Pierino Galeone estava presente ao mesmo episódio. Ele é um padre e um dos filhos espirituais do Padre Pio.
Dom Pierino conta:
"Um dia, Padre Pio estava no confessionário, coberto por duas cortinas. As cortinas do confessionário não estavam fechadas e eu tive oportunidade de ver o Padre Pio. Os homens, enquanto se preparavam, se posicionaram em uma fila única. Do lugar onde eu estava lia o Breviário e, às vezes, erguia o olhar para ver o Padre. Pela porta pequena da igreja, entrou um homem. Ele era bonito, com olhos pequenos e pretos, cabelo grisalho, com uma jaqueta escura e calças compridas. Eu não quis me distrair e continuei recitando o breviário, mas uma voz interna me falou: Pare e olhe! "Eu parei e olhei para Padre Pio. Aquele homem parou em frente do confessionário. E depois que o penitente anterior foi embora desapareceu imediatamente entre as cortinas. Estava em pé, de frente para o Padre Pio . Então eu não vi mais aquele homem de cabelo grisalho. Depois que alguns minutos o vi penetrando no chão. No confessionário, na cadeira onde Padre Pio estava sentado, vi Jesus em seu lugar. Ele era loiro, jovem e bonito e ele parecia fixo naquele homem que penetrou o chão. Então vi Padre Pio surgir novamente. Ele voltou a tomar seu assento, era semelhante a Jesus. Pude então ver claramente o Padre Pio. E imediatamente ouvi sua voz: Se apressem! Ninguém notou este acontecimento e todos permanecemos onde estávamos"
fonte: http://www.padrepio.catholicwebservices.com/PORTUGUES
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sábado, 13 de fevereiro de 2016
Carta de Padre Pio ao seu diretor espiritual (3° carta)
Levitação
A levitação pode ser definida como o fenômeno no qual uma pessoa se eleva da terra e fica suspenso no ar e também pode ter o poder de elevar objetos. Tal fenômeno, obviamente é um dom dado por Deus aos místicos da Santa Igreja católica. San. Joseph de Copertino, por exemplo, era famoso pelo dom de levitação e também como ele, Padre Pio de Pietrelcina tinha tais dons. Padre Pio era visto freqüentemente por seus irmãos enquanto ele se elevava do chão, durante a sua oração.
Em Bari, cidade da Itália, durante a II Guerra Mundial se encontrava a sede do Comando da Força Aérea Americana. Muitos oficiais se dirigiam para ver o Padre Pio durante a guerra. Inclusive o general comandante foi protagonista de um episodio assombroso. Esse imponente oficial americano quis levar um esquadrão de bombardeiros para destruir um depósito de material de guerra alemã, que se localizava próximo a San Giovanni Rotondo. O general disse: “quando os aviões estavam próximos do alvo, seus homens e ele viram no céu
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Aqui está a história de Padre Ascânio: - "Nós estávamos esperando por Padre Pio que deveria vir confessar os penitentes. A sacristia estava abarrotada e todo o mundo olhava para a porta pela qual Padre Pio teria que entrar. A porta estava fechada, mas de repente eu vi Padre Pio caminhar acima das cabeças das pessoas, indo até o confessionário: posteriormente ele desapareceu. Depois de alguns minutos ele começou a confessar os penitentes. Eu não disse nada, e pensei que estava sonhando, mas quando o encontrei lhe perguntei: "Padre Pio, como você conseguiu caminhar acima das cabeças das pessoas? ". Esta foi a engraçada resposta dele: " Posso assegurar-lhe minha criança, igual a caminhar no chão... ".
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Carta de Padre Pio ao seu diretor espiritual (2° carta)
Carta para Padre Agostino datada de 18 de novembro de 1912 – “O inimigo não quer me deixar só, me bate continuamente. Ele tenta envenenar minha vida com as armadilhas infernais. Ele se perturba muito porque eu lhe conto estes fatos. Ele me sugere não lhe contar os fatos que acontecem entre ele e eu. Ele me pede que narre as visitas boas que recebo; na realidade ele diz que você gosta de só destas histórias. O pastor esteve informado da batalha que eu travo com estes demônios e com referência às cartas, ele me sugeriu ir até ele abrir a carta assim que tivesse chegado. E quando abri a carta junto do pastor, achamos a carta suja de tinta. Era a vingança do diabo! “__Eu não posso acreditar que você me tenha enviado a carta suja porque você sabe que eu não enxergo bem.” No princípio nós não pudemos ler a carta, mas depois de sobrepor o Crucifixo à carta , tivemos sucesso na leitura, até mesmo não sendo capazes de ler letras pequenas. (PADRE PIO DA PIETRELCINA: Epistolario I° (1910-1922) a cura di Melchiorre da Pobladura e Alessandro da Ripabottoni – Edizioni “Padre Pio da Pietrelcina” Convento S.Maria delle Grazie San Giovanni Rotondo – FG).
Coroinha do Sagrado Coração de Jesus
Esta coroinha foi feita pelo Padre Pio, e rezada por ele todos os dias. É recomendável que todos os seus filhos espirituais o rezem também.
1 – Ó meu Jesus, que dissestes: “Em verdade, vos digo, pedi e recebereis, procurai e achareis, batei e ser-vos-á aberto!” Eis que bato, procuro e peço a graça...
Pai Nosso, Ave Maria e Glória
Sagrado Coração de Jesus, confio e espero em vós!
2 – Ó meu Jesus, que dissestes: “Em verdade, vos digo, qualquer coisa que peçais ao meu Pai, no meu nome, Ele vo-la concederá!” Eis que ao Vosso Pai, no Vosso nome, eu peço a graça...
Pai Nosso, Ave Maria e Glória
Sagrado Coração de Jesus, confio e espero em vós!
3 – Ó meu Jesus, que dissestes: “Em verdade, vos digo, passarão o céu e a terra, mas as minhas palavras, jamais!” Eis que, apoiado na infalibilidade das Vossas santas palavras, eu Vos peço a graça...
Pai Nosso, Ave Maria e Glória
Sagrado Coração de Jesus, confio e espero em vós!
ORAÇÃO
Ó Sagrado Coração de Jesus, a quem uma única coisa é impossível, isto é, a de não ter compaixão dos infelizes, tende piedade de nós, míseros pecadores, e concedei-nos as graças que Vos pedimos por intermédio do Coração Imaculado da Vossa e nossa terna Mãe.
São José, Amigo do Sagrado Coração de Jesus, rogai por nós. – Salve Rainha.
Recuperações
Um cavalheiro que veio de Foggia (na Itália), tinha 62 anos em 1919; ele caminhou o tempo todo se sustentando sobre duas bengalas.. Na realidade ele tinha caído de um broking de carruagem e quebrado as pernas. Os doutores não tinham conseguido ajudá-lo com sucesso. Depois de se confessar com o Pe. Pio, o frade lhe falou: "Se levante e vá embora! Você tem que jogar fora essas bengalas.. Aquele homem obedeceu a ordem e começou a caminhar novamente por si mesmo. Todos os que testemunharam o fato ficaram surpresos.
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Outro evento extraordinário aconteceu em 1919 em São Giovanni Rotondo. O cavalheiro tinha 14 anos em 1919. Quando tinha quatro anos, ele pegou o tifo. Pegou o tipo de tifo mais agressivo que o tinha deformado e, como conseqüência, seu corpo teve dois hunchbacks grandes. Uma vez que ele se confessou com o Padre Pio, o Pe. Pio o tocou com suas mãos furadas. De repente o menino se levantou e os hunchbacks dele desapareceram.
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Grazia era uma camponesa que tinha vinte e nove anos. Ela tinha sido uma mulher cega de nascimento.. Ela ia à pequena Igreja do convento para poder conhecer Padre Pio. Uma vez Pe. Pio lhe perguntou se ela queria ver. "Claro que eu quero!" respondeu a menina, "mas eu quero ver se esta chance não é mais uma piedade", ela continuou. "Bem, você recuperará", lhe respondeu o Pio, e ele a enviou a Bari (na Itália) onde trabalhava um doutor muito bom que era o marido duma pessoa amiga do Pe. Pio. Mas o doutor, depois de verificar r os olhos da paciente, falou para a esposa dele: Não há nenhuma esperança por esta menina. É unicamente o Padre Pio que pode recuperá-la com um milagre; mas eu tenho que mandá-la de volta sem a operar”. -Então a esposa dele insistiu e falou para o marido: "Mas se Padre Pio a enviou a você... você poderia tentar operar pelo menos um dos olhos". - O doutor concordou e operou ambos os olhos . Os olhos de Grazia foram recuperados. Ela podia ver agora. Quando já estava de volta em São Giovanni Rotondo, ela correu para o convento e se ajoelhou aos pés de Pe. Pio. O frade lhe ordenou que se levantasse. Ela contou que lhe pediu: "Abençoa, ó Padre... me abençoe”! Então ele marcou o sinal da Cruz na testa dela, mas ela continuou esperando para ser abençoada. Na realidade, quando ela era uma mulher cega, Padre Pio a abençoava fazendo o sinal da Cruz na cabeça dela com a mão dele. Por isso naquele momento Padre Pio disse: "Por que precisa você de uma bênção?... você precisa de um balde de água?
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Uma senhora contou: "Em 1947 eu tinha trinta e oito anos e eu tinha estado sofrendo por causa de um câncer ao intestino. Aquele câncer foi comprovado através de radiografia. Assim decidi me operar. Antes de ir para o hospital, eu quis ir para San Giovanni Rotondo para conhecer Pe. Pio. Meu marido, minha filha e um amigo dela, me levaram a ele. Eu tinha desejado muito me confessar com o Padre Pio e falar com ele interessando-o pela minha doença, mas não era possível nem sequer conhecê-lo. Meu marido contou meu problema a um frade. Aquele frade era muito sensível e prometeu informar de tudo ao Pe. Pio. Em resumo, me pediram que entrasse no corredor do convento por onde Frei Pio
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Aparições
As aparições para Pio começaram quando ele era ainda uma criança. O pequeno Francisco não falava de suas aparições porque acreditava que elas ocorriam a todas as almas. As aparições eram de Anjos, de Santos, de Jesus, de Nossa Senhora mas, às vezes, também de diabos. Nos últimos dias do mês de dezembro de 1902, enquanto ele estava meditando sobre sua vocação. Francisco teve uma visão. Aqui está a descrição que ele fez depois de vários anos ao seu confessor. Ele viu ao seu lado um homem imponente, de beleza rara, resplandecente como o sol que o pegou pela mão e o encorajou com este convite: “Venha comigo porque é conveniente lutar como um bravo guerreiro”. Francisco foi conduzido a um grande campo, entre uma multidão de homens que estava dividida em dois grupos. Em um grupo haviam homens com uma face muito bonita e vestidos com roupas brancas, brancas como a neve, e no outro grupo haviam homens de aspecto horrível, vestidos com roupas pretas, eles pareciam sombras. Francisco estava no meio dos dois grupos de espectadores e viu um homem alto, tão alto que podia tocar com a testa as nuvens, tinha um rosto horroroso e veio ao seu encontro. O personagem resplandecente que estava a seu lado exortou Francisco a lutar contra o homem monstruoso. Francisco rezava para evitar a fúria daquele homem horrendo, mas o homem luminoso não aceitou, e disse: - Sua resistência é inútil, vale a pena lutar contra este caráter ruim. Por favor, seja fiel e entre confiante na luta, avance atrevidamente, eu estarei perto de você.
Eu o ajudarei e não permitirei que ele o derrote. Francisco encorajado iniciou a luta e ela foi terrível. Com a ajuda do homem luminoso que sempre estava perto dele, Francisco ganhou a briga. O homem monstruoso foi forçado a correr e ele arrastou toda aquela multidão grande de homens de aspecto horrendo, entre uivos, maldições e gritos. A outra multidão de homens de aspecto bonito, gritava elogios e aplaudia quem tinha ajudado o pobre Francisco naquela grande batalha. O homem esplêndido e luminoso, mais luminoso que o sol, colocou na cabeça de Francisco vitorioso, uma coroa maravilhosa que não é possível descrever. Mas a coroa foi retirada da cabeça de Francisco e o bom homem disse: “Outra coroa, mais bonita que esta, eu preservei para você. Se você souber lutar com aquele homem horrível, como você lutou agora. Ele sempre voltará à agressão...combate com bravura e não terá qualquer dúvida de minha ajuda... não se preocupe com a força dele... eu estarei sempre perto de você, eu sempre o ajudarei, e você será vencedor. Tal visão foi seguida por reais batalhas com o Diabo. Padre Pio enfrentou com efeito, várias batalhas contra o “inimigo das almas”, o seu propósito era de arrancar as almas das cadeias de Satanás.
fonte: http://www.padrepio.catholicwebservices.com/PORTUGUES
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Conhecimento Sobrenatural de Padre Pio
Muitos Santos da Igreja católica possuíram o carisma que lhes permitia saber coisas distantes, ver o futuro ou ver e sentir a distância, enquanto usando os dons e as habilidades intelectuais normais deles. Padre Pio teve o carisma do conhecimento sobrenatural e ele poderia olhar de fato em uma pessoa e alcançar as partes mais secretas da alma. Muitos testemunhos existem neste carisma de padre Pio.
Uma mulher da Bolonha disse: "Uma vez minha mãe foi Pe. Pio com alguns dos amigos dela. Ela se encontrou com Pe. Pio assim que ele chegasse a San Giovanni Rotondo, na sacristia do convento. Pe. Pio lhe falou: "Por que você está aqui? Vá para casa, seu marido está doente". Minha mãe pensou
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O filho espiritual do Pe. Pio que morou em Roma, enquanto estando junto com alguns amigos, omitiu por vergonha fazer o que ele normalmente faria, quando passa-se por de uma Igreja, uma reverência pequena, o sinal da cruz em consideração a Jesus. De repente ele ouviu a voz de Pe. Pio que disse: “Covarde!” Depois que alguns dias que ele foi para St. Giovanni Rotondo, lhe foi reprovado por Pe. Pio: "Tenha cuidado - Pe. Pio disse”este tempo eu só o adverti, mas da próxima vez eu lhe darei um tapa”
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Um dia, para o pôr-do-sol, que Pe. Pio estava no jardim do convento. Ele estava conversando agradavelmente com alguns crentes e filhos espirituais, quando ele percebeu por não ter com ele o lenço. Então ele se dirigiu a um dos presentes e lhe falou: “Por favor, aqui esta a chave de minha cela, vai lá e leva o lenço.” O homem foi para a cela, mas, além do lenço, ele levou uma das meio luvas de Pe. Pio e a pôs no bolso dele. Na realidade ele não pôde deixar a chance fosse perdida, de levar uma relíquia! Mas quando voltou para o jardim e deu o lenço, Pe. Pio lhe falou: “Obrigado, mas agora você retorne na minha cela e ponha novamente na gaveta a meia luva que pôs em seu bolso.”
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sexta-feira, 12 de fevereiro de 2016
São Padre Pio, um anjo sem asas
Abrasado pelo amor de Deus e do próximo, São Pio de Pietrelcina viveu em plenitude a vocação de contribuir para a redenção do homem,
segundo a missão especial que caracterizou toda a sua vida
segundo a missão especial que caracterizou toda a sua vida
«Quanto a mim, Deus me livre de me gloriar a não ser na Cruz de Nosso Senhor Jesus Cristo» (Gál 6, 14).
Tal como o apóstolo Paulo, o Padre Pio de Pietrelcina colocou, no vértice da sua vida e do seu apostolado, a Cruz do seu Senhor como sua força, sabedoria e glória. Abrasado de amor por Jesus Cristo, com Ele se configurou imolando-se pela salvação do mundo. Foi tão generoso e perfeito no seguimento e imitação de Cristo Crucificado, que poderia ter dito: «Estou crucificado com Cristo; já não sou eu que vivo, é Cristo que vive em mim» (Gál 2, 19). E os tesouros de graça que Deus lhe concedera com singular abundância, dispensou-os ele incessantemente com o seu ministério, servindo os homens e mulheres que a ele acorriam em número sempre maior e gerando uma multidão de filhos e filhas espirituais.
A vocação
Este digníssimo seguidor de São Francisco de Assis nasceu no dia 25 de Maio de 1887 em Pietrelcina, na arquidiocese de Benevento, filho de Grazio Forgione e de Maria Giuseppa de Nunzio. Foi baptizado no dia seguinte, recebendo o nome de Francisco. Recebeu o sacramento do Crisma e a Primeira Comunhão, quando tinha 12 anos.
Era tido por um menino retraído porque raras vezes brincava com os demais. Quando lhe pediam explicações a este respeito, respondia que "eles blasfemavam". Seus silêncios correspondiam a precoces mas profundas meditações, a momentos de oração entremeados da prática de austeridades as quais já apontavam para a vocação que desde os 5 anos ele percebia claramente: ser capuchinho.
Era tido por um menino retraído porque raras vezes brincava com os demais. Quando lhe pediam explicações a este respeito, respondia que "eles blasfemavam". Seus silêncios correspondiam a precoces mas profundas meditações, a momentos de oração entremeados da prática de austeridades as quais já apontavam para a vocação que desde os 5 anos ele percebia claramente: ser capuchinho.
Aos 16 anos, no dia 6 de Janeiro de 1903, entrou no noviciado da Ordem dos Frades Menores Capuchinhos, em Morcone, tendo aí vestido o hábito franciscano no dia 22 do mesmo mês, e ficou a chamar-se Frei Pio. Terminado o ano de noviciado, fez a profissão dos votos simples e, no dia 27 de Janeiro de 1907, a dos votos solenes.
| O Padre Pio é um dos homens extraordinários que Deus envia à terra de vez em quando, para a conversão dos homens" (Papa Bento XV) |
Depois da Ordenação Sacerdotal, recebida no dia 10 de Agosto de 1910 em Benevento, precisou de ficar com sua família até 1916, por motivos de saúde. Em Setembro desse ano de 1916, foi mandado para o convento de Santa Maria das Graças, situado em São Giovanni Rotondo, onde permaneceu até à morte. Foi uma alegria para ele poder dedicar-se à vida de comunidade e seguir a regra dos capuchinhos.
O dia 25 de maio de 1917 merece especial registro em sua longa e santa vida. Ele completava 30 anos. Enquanto rezava no coro da igreja, foi agraciado com os estigmas da crucifixão de Jesus, os quais permaneceram nele por mais de 50 anos.
No convento, começou exercendo a função de diretor espiritual e mestre dos noviços. Além desse encargo, confessava os habitantes do povoado que freqüentavam a igreja conventual. Foram estes que, pouco a pouco, notaram as características especiais do novo padre: suas Missas às vezes duravam três horas, pois com freqüência entrava em êxtase, e os conselhos que ele dava no confessionário revelavam alguém que "lia as almas".
Certa vez chegou uma jovem de Florença, muito atribulada, pois um familiar próximo tivera a desgraça de cometer suicídio, jogando-se no Rio Arno. Já havia ouvido falar do padre de San Giovanni, e depois da Missa dirigiu- se à sacristia para falar com ele . Apenas este viu a moça, inteiramente desconhecida dele, disse-lhe com doçura:
- Da ponte ao rio demora alguns segundos... A jovem, surpresa e chorando, só pôde responder: - Obrigada, padre.
Fatos maravilhosos como esse se repetiam todos os dias. Chegavam incrédulos que saíam arrependidos de sua falta de Fé. Pessoas tomadas de desespero recuperavam a confiança e a paz de alma. Enfermos retornavam curados a seus lares.
A companhia do Anjo da Guarda
Um traço revelador do privilegiado contato dele com o mundo sobrenatural é a estreita relação que manteve durante toda a vida com seu Anjo da Guarda, ao qual ele chamava de "o amigo de minha infância". Era seu melhor confidente e conselheiro. Quando ele ainda era menino, um de seus professores decidiu pôr à prova a veracidade dessa magnífica intimidade. Para tanto, escreveu-lhe várias cartas em francês e grego, línguas que o Pe. Pio então não conhecia. Ao receber as respostas, exclamou estupefato:
- Como podes saber o conteúdo, já que do grego não conheces sequer o alfabeto?
- Meu Anjo da Guarda me explica tudo.
Graças a um amigo como esse, junto ao auxílio sobrenatural de Jesus e Maria, o Santo pôde ir acrisolando sua alma nos numerosos sofrimentos físicos e morais que nunca lhe faltaram.
O amor as almas
Abrasado pelo amor de Deus e do próximo, o Padre Pio viveu em plenitude a vocação de contribuir para a redenção do homem, segundo a missão especial que caracterizou toda a sua vida e que ele cumpriu através da direção espiritual dos fiéis, da reconciliação sacramental dos penitentes e da celebração da Eucaristia. O momento mais alto da sua actividade apostólica era aquele em que celebrava a Santa Missa. Os fiéis, que nela participavam, pressentiam o ponto mais alto e a plenitude da sua espiritualidade.
No campo da caridade social, esforçou-se por aliviar os sofrimentos e misérias de tantas famílias, principalmente com a fundação da «Casa Sollievo della Sofferenza» (Casa Alívio do Sofrimento), que foi inaugurada no dia 5 de Maio de 1956.
Para o Padre Pio, a fé era a vida: tudo desejava e tudo fazia à luz da fé. Empenhou-se assiduamente na oração. Passava o dia e grande parte da noite em colóquio com Deus. Dizia: «Nos livros, procuramos Deus; na oração, encontramo-Lo. A oração é a chave que abre o coração de Deus». A fé levou-o a aceitar sempre a vontade misteriosa de Deus.
Viveu imerso nas realidades sobrenaturais. Não só era o homem da esperança e da confiança total em Deus, mas, com as palavras e o exemplo, infundia estas virtudes em todos aqueles que se aproximavam dele.O amor de Deus inundava-o, saciando todos os seus anseios; a caridade era o princípio inspirador do seu dia: amar a Deus e fazê-Lo amar. A sua particular preocupação: crescer e fazer crescer na caridade.
| "Nunca abandonarei o compromisso que assumi, perante Deus e minha consciência, de cuidar de suas almas." |
A máxima expressão da sua caridade para com o próximo, ve-mo-la no acolhimento prestado por ele, durante mais de 50 anos, às inúmeras pessoas que acorriam ao seu ministério e ao seu confessionário, ao seu conselho e ao seu conforto. Parecia um assédio: procuravam-no na igreja, na sacristia, no convento. E ele prestava-se a todos, fazendo renascer a fé, espalhando a graça, iluminando. Mas, sobretudo nos pobres, atribulados e doentes, ele via a imagem de Cristo e a eles se entregava de modo especial.
Exerceu de modo exemplar a virtude da prudência; agia e aconselhava à luz de Deus.
O seu interesse era a glória de Deus e o bem das almas. A todos tratou com justiça, com lealdade e grande respeito. Nele refulgiu a virtude da fortaleza. Bem cedo compreendeu que o seu caminho haveria de ser o da Cruz, e logo o aceitou com coragem e por amor. Durante muitos anos, experimentou os sofrimentos da alma. Ao longo de vários anos suportou, com serenidade admirável, as dores das suas chagas.
Um grande confessor
Quando Pe. Pio cantou sua primeira Missa solene, seu antigo professor, o Pe. Agostinho, fazendo a homilia, dirigiu ao neo-sacerdote estas palavras que se revelaram proféticas: "Não tens muita saúde, não podes ser um pregador. Desejo-te, pois, que sejas um grande confessor" .
Décadas mais tarde, alguém lhe perguntou qual missão havia ele recebido de Nosso Senhor Jesus Cristo, e o santo capuchinho respondeu com simplicidade: "Eu? Eu sou confessor" .
Os prodigiosos dons místicos que recebera da Providência não eram senão um anzol por meio do qual ele arrastava as almas a se purificarem de seus pecados no sacramento da Reconciliação. Passava até 15 horas por dia no confessionário .
A seus pés vinham ajoelhar-se pessoas de todas as idades e condições sociais, inclusive bispos e sacerdotes, em busca de absolvição, conselho e paz de alma. As filas de confissão eram enormes, a ponto de tornar necessária a distribuição de senhas numeradas para ordenar o atendimento.
| "Embora cientes de nossa dívida para com Deus, não duvidemos de que nossos pecados são perdoados na confissão. Assim como fez o Senhor, coloquemos sobre eles uma pedra sepucral." |
Ele lia no interior das almas como em um livro aberto. Certo dia, um comerciante pediu-lhe a cura de uma filha muito enferma e recebeu esta resposta:
- Tu estás muito mais doente que tua filha. Vejo-te morto. Como podes sentir-te bem com tantos pecados na consciência? Estou vendo pelo menos trinta e dois...
Surpreso, o homem correspondeu prontamente à graça recebida: ajoelhou-se para se confessar. Quando terminou, disse para quantos quisessem ouvi-lo: "Ele sabia tudo e me disse tudo!"
Em outra oportunidade, um advogado de Gênova, ateu militante, decidiu ir a San Giovanni Rotondo para "desmascarar aquela fraude de frades". Mal entrou na sacristia junto com os peregrinos, o Pe. Pio, que nunca o havia visto antes, interpelou-o, denunciando suas más intenções. Em seguida, sem mais palavras, apontou-lhe o confessionário.
Ante a estupefação geral, o advogado ajoelhou-se, abriu seu coração e, com a ajuda do Santo, examinou toda a sua vida passada, de pecados e de luta contra a Santa Igreja. Ao levantar-se, era outro homem. Permaneceu três dias no convento, degustando a inocência readquirida, antes de regressar à sua cidade natal. A notícia dessa conversão foi objeto de manchetes nos órgãos de imprensa. Pouco depois ele retornou a San Giovanni para receber do Pe. Pio o escapulário da Ordem Terceira Franciscana .
Amor ao sofrimento
Quando o seu serviço sacerdotal esteve submetido a investigações, sofreu muito, mas aceitou tudo com profunda humildade e resignação. Frente a acusações injustificáveis e calúnias, permaneceu calado, sempre confiando no julgamento de Deus, dos seus superiores diretos e de sua própria consciência.
Recorreu habitualmente à mortificação para conseguir a virtude da temperança, conforme o estilo franciscano. Era temperante na mentalidade e no modo de viver.
Consciente dos compromissos assumidos com a vida consagrada, observou com generosidade os votos professados. Foi obediente em tudo às ordens dos seus Superiores, mesmo quando eram gravosas. A sua obediência era sobrenatural na intenção, universal na extensão e integral no cumprimento. Exercitou o espírito de pobreza, com total desapego de si próprio, dos bens terrenos, das comodidades e das honrarias. Sempre teve uma grande predileção pela virtude da castidade. O seu comportamento era, em todo o lado e para com todos, modesto.
Considerava-se sinceramente inútil, indigno dos dons de Deus, cheio de misérias e ao mesmo tempo de favores divinos. No meio de tanta admiração do mundo, ele repetia: «Quero ser apenas um pobre frade que reza».
| "Abramos nossos corações à confiança e à esperança. Nossa Senhora vem com as mãos cheias de graças e bênçãos. Devemos amar nossa Mãe celestial com perseverança, e Ela não nos abandonará na dor quando partir daqui". |
Desde a juventude, a sua saúde não foi muito brilhante e, sobretudo nos últimos anos da sua vida, declinou rapidamente.
Minha Mãe, Vós partis e me deixais enfermo!?. . .
As enfermidades de Pe. Pio deixaram desconcertados todos os médicos que dele trataram. Com menos de 30 anos, foi examinado por um especialista em doenças pulmonares o qual prognosticou poucas semanas de vida... e ele viveu ainda mais de meio século. Seus estigmas sangraram diariamente por mais de cinqüenta anos, sem cicatrizar nem causar qualquer infecção .
Em 25 de abril de 1959 os médicos lhe diagnosticaram broncopneumonia complicada com pleurisia, o que o obrigou a um repouso absoluto. Ele sofria com isto, por ver-se privado de exercer seu ministério para o bem das almas.
Nesse mesmo dia, chegou à Itália a imagem de Nossa Senhora de Fátima. Em San Giovanni Rotondo, ela foi recebida pelo Arcebispo e todo o clero da região, junto com uma multidão de fiéis.
O Pe. Pio lhes havia dito: "Abramos nossos corações à confiança e à esperança. Nossa Senhora vem com as mãos cheias de graças e bênçãos. Devemos amar nossa Mãe celestial com perseverança, e Ela não nos abandonará na dor quando partir daqui".
Movendo-se em cadeira de rodas, o Santo tinha podido oscular os pés da imagem sagrada e colocar um Rosário entre suas mãos. Naquela tarde, ela partiu de helicóptero do terraço do hospital, com destino à Sicília, dando três voltas em torno do convento, para uma última bênção à multidão reunida na praça.
Postado numa janela, o Pe. Pio olhava tudo e, não podendo conter-se, exclamou:
- Senhora! Minha Mãe, estou enfermo desde o dia de vossa chegada à Itália... Vós partis agora e me deixais assim!? - No mesmo instante sentiu um "calafrio nos ossos" e disse a seus irmãos presentes:
- Estou curado! - E estava mesmo. No dia 10 de agosto pôde celebrar Missa novamente, e declarou: "Estou são e forte como nunca antes em minha vida".
No final, a glorificação
A irmã morte levou-o, preparado e sereno, no dia 23 de Setembro de 1968; tinha ele 81 anos de idade. O seu funeral caracterizou-se por uma afluência absolutamente extraordinária de gente.
| São Pio de Pietrelcina foi, acima de tudo, uma alma crucificada, oferecida como vítima voluntária pelo mundo, escondida em um permanente colóquio com o Senhor. |
No dia 20 de Fevereiro de 1971, apenas três anos depois da morte do Padre Pio, Paulo VI, dirigindo-se aos Superiores da Ordem dos Capuchinhos, disse dele: «Olhai a fama que alcançou, quantos devotos do mundo inteiro se reúnem ao seu redor! Mas porquê? Por ser talvez um filósofo? Por ser um sábio? Por ter muitos meios à sua disposição? Não! Porque celebrava a Missa humildemente, confessava de manhã até à noite e era - como dizê-lo?! - a imagem impressa dos estigmas de Nosso Senhor. Era um homem de oração e de sofrimento».
Já gozava de larga fama de santidade durante a sua vida, devido às suas virtudes, ao seu espírito de oração, de sacrifício e de dedicação total ao bem das almas.
Nos anos que se seguiram à sua morte, a fama de santidade e de milagres foi crescendo cada vez mais, tornando-se um fenômeno eclesial, espalhado por todo o mundo e em todas as categorias de pessoas.
Assim Deus manifestava à Igreja a vontade de glorificar na terra o seu Servo fiel. Não tinha ainda passado muito tempo quando a Ordem dos Frades Menores Capuchinhos empreendeu os passos previstos na lei canónica para dar início à Causa de beatificação e canonização. Depois de tudo examinado, como manda o Motu proprio «Sanctitas Clarior», a Santa Sé concedeu o nihil obstat no dia 29 de Novembro de 1982. O Arcebispo de Manfredónia pôde assim proceder à introdução da Causa e à celebração do processo de averiguação (1983-1990). No dia 7 de Dezembro de 1990, a Congregação das Causas dos Santos reconheceu a sua validade jurídica. Ultimada a Positio, discutiu-se, como é costume, se o Servo de Deus tinha exercitado as virtudes em grau heróico. No dia 13 de Junho de 1997, realizou-se o Congresso Peculiar dos Consultores Teólogos, com resultado positivo. Na Sessão Ordinária de 21 de Outubro seguinte, tendo como Ponente da Causa o Exmo. e Revmo. D. Andrea Maria Erba, Bispo de Velletri-Segni, os Cardeais e Bispos reconheceram que o Padre Pio de Pietrelcina exercitou em grau heróico as virtudes teologais, cardeais e anexas.
No dia 18 de Dezembro de 1997, na presença do Papa João Paulo II foi promulgado o Decreto sobre a heroicidade das virtudes. Para a beatificação do Padre Pio, a Postulação apresentou ao Dicastério competente a cura da senhora Consiglia de Martino, de Salerno. Sobre o caso desenrolou-se o Processo canônico regular no Tribunal Eclesiástico da arquidiocese de Salerno-Campanha-Acerno, desde Julho de 1996 até Junho de 1997. Na Congregação das Causas dos Santos, realizou-se, no dia 30 de Abril de 1998, o exame da Consulta Médica e, no dia 22 de Junho do mesmo ano, o Congresso Peculiar dos Consultores Teólogos. No dia 20 de Outubro seguinte, reuniu-se no Vaticano a Congregação Ordinária dos Cardeais e Bispos, membros do Dicastério, e, no dia 21 de Dezembro de 1998, foi promulgado, na presença do Papa João Paulo II, o Decreto sobre o milagre.
No dia 2 de Maio de 1999, durante uma solene Celebração Eucarística na Praça de São Pedro, Sua Santidade João Paulo II, com sua autoridade apostólica, declarou Beato o Venerável Servo de Deus Pio de Pietrelcina, estabelecendo no dia 23 de Setembro a data da sua festa litúrgica.
Para a canonização do Beato Pio de Pietrelcina, a Postulação apresentou ao competente Dicastério o restabelecimento do pequeno Matteo Pio Collela de São Giovanni Rotondo. Sobre este caso foi elaborado um processo canônico no Tribunal Eclesiástico da arquidiocese de Manfredonia-Vieste, que decorrem de 11 de Junho a 17 de Outubro de 2000. No dia 23 de Outubro de 2000, a documentação foi entregue à Congregação das Causas dos Santos. No dia 22 de Novembro de 2001 é aprovado, na Congregação das Causas dos Santos, o exame da Consulta Médica. No dia 11 de Dezembro de 2001, é julgado pelo Congresso Peculiar dos Consultores Teólogos e, no dia 18 do mesmo mês, pela Sessão Ordinária dos Cardeais e Bispos. No dia 20 de Dezembro, na presença do Papa João Paulo II, foi promulgado o Decreto sobre o milagre; no dia 26 de Fevereiro de 2002, foi publicado o Decreto sobre a sua canonização.
Fontes: www.vatican.va /Revista Arautos do Evangelho, Set/2004, n. 33, p. 20 à 23/www.arautos.org
sexta-feira, 5 de fevereiro de 2016
Os perfumes de Padre Pio
A osmogenesia, é um carisma possuído por alguns Santos. Tal carisma, em algumas circunstâncias, permitiu percebe-se à distância perfumes particulares. Tais perfumes são definidos como odores de santidade. O Padre Pio chegou a manifestar tal carisma e estes fenômenos foram tão freqüentes que as pessoas comuns ficaram admiradas e definiram este fenômeno como “Os Perfumes de Padre Pio”. O perfume emanava de seu corpo e também dos objetos que ele tocava e também de suas vestes. Em outras ocasiões, o perfume fora percebido nos lugares onde ele passava.
Um dia, o médico de costume, retirou do tórax do Padre Pio um, curativo composto de bandagens (gases) que foram utilizadas para estancar o sangue. O médico guardou os curativos em um estojo, para ser levado a um determinado laboratório localizado em Roma, para que fossem analisados por meio de testes laboratoriais. Durante a viagem, um Oficial e outras pessoas que estavam na mesma viagem, sentiram o perfume que era emanado do Padre Pio. Nenhuma daquelas pessoas sabiam que o médico possuía em seu bolso os curativos, contendo o sangue do Padre Pio. O médico conservou aqueles curativos no seu estojo, e o estranho perfume impregnou por longo tempo o estojo, tanto que os pacientes que foram visitados pediram explicações a respeito de tal perfume.
quinta-feira, 4 de fevereiro de 2016
Carta de Padre Pio ao seu diretor espiritual
Carta de São Padre Pio para Padre Agostino (diretor espiritual), de 18 de janeiro de 1912.
– “… O Barba Azul não quer ser derrotado.” Ele chegou a mim assumindo todas as formas. Durante vários dias, vem visitar-me com seus espíritos infernais armados com bastões de ferros e pedras. O pior é que eles vêm com os seus próprios semblantes. Várias vezes eles me tiraram da cama e me arrastaram pelo quarto. Mas Jesus, Nossa Senhora, o Anjo da Guarda, São José e São Francisco estão freqüentemente comigo.” (PADRE PIO DA PIETRELCINA: Epistolario I° (1910-1922) a cura di Melchiorre da Pobladura e Alessandro da Ripabottoni – Edizioni “Padre Pio da Pietrelcina” Convento S.Maria delle Grazie San Giovanni Rotondo – FG)
Corpo de São Padre Pio em Roma
Para o jubileu extraordinário da Misericórdia, Papa Francisco pediu que levassem a Roma, os restos mortais de Padre Pio, seu corpo que apesar de anos, ainda se encontra em bom estado.
A urna na qual está o corpo do santo permanecerá primeiro na Basílica de São Lourenço Fora dos Muros, durante os dias 3 e 4 de fevereiro; também serão expostas as relíquias do corpo de São Leopoldo Mandic, outro santo capuchinho.No dia 5, os dois santos serão transladados à Basílica de São Pedro no Vaticano. No dia 6 de fevereiro, o Papa concederá uma audiência especial aos membros do grupo de oração “Padre Pio” e aos fiéis da diocese italiana de M...anfredonia, lugar no qual está localizado São Giovanni Rotondo, onde está o santuário de Padre Pio, no qual ele morou.
Por outro lado, em 9 de fevereiro, o Pontífice presidirá a Missa com os Irmãos Menores Capuchinhos do mundo inteiro na Basílica de São Pedro e, no dia seguinte, Quarta-feira de Cinzas, o Papa enviará os sacerdotes como Missionários da Misericórdia, uma de suas iniciativas durante o Ano Santo.
Fonte
Capuchinhos do Brasil /CCB
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